Conectar
Aplicações, código, chamados, documentação, logs e demais fontes de contexto.
Sua operação não precisa esperar um chamado para começar a reagir. A AURA é a plataforma da Cadmus que transforma o modelo tradicional de AMS com agentes de Inteligência Artificial capazes de monitorar, diagnosticar, corrigir, documentar e evoluir aplicações continuamente.
IA executando grande parte do trabalho operacional. Especialistas atuando na validação, governança e decisões críticas.
O problema
Chamados, investigação de logs, diagnóstico de falhas, correções, testes, documentação e novas demandas disputam diariamente a capacidade dos times de tecnologia.
O problema não é apenas o volume de trabalho. É um modelo de sustentação que ainda depende de intervenção humana em praticamente todas as etapas.

Como funciona
A AURA se conecta às aplicações, ao contexto da operação e às ferramentas existentes para criar uma esteira inteligente e contínua.
Aplicações, código, chamados, documentação, logs e demais fontes de contexto.
Acompanhar aplicações e identificar comportamentos, alertas e possíveis anomalias.
Investigar causas, recomendar ou executar ações, gerar código, testes e pull requests.
Apoiar novas demandas do entendimento e estimativa ao desenvolvimento e implementação.
Cada incidente, correção e entrega gera mais contexto para a operação e realimenta o ciclo.
Capacidades
Da observabilidade à evolução, os agentes atuam de ponta a ponta sobre a realidade da sua operação.
A AURA acompanha continuamente o comportamento das aplicações e reúne informações de diferentes fontes para acelerar a identificação de problemas.
Menos ruído. Mais contexto para agir.
Ao identificar uma anomalia ou receber um chamado, agentes investigam evidências, analisam causas e iniciam a resolução — recomendando, gerando a solução para aprovação ou executando correções autorizadas.
Do alerta à ação em uma esteira integrada.
Código, histórico, incidentes e correções viram conhecimento continuamente atualizado, consultável em linguagem natural por desenvolvedores, analistas, POs e gestores.
O conhecimento da aplicação deixa de depender apenas de pessoas.
A atuação não termina no incidente: a AURA apoia entendimento de novas demandas, especificação, estimativa, geração de código, testes e preparação de pull requests.
Sustentação e desenvolvimento na mesma esteira.
A operação na prática
Dashboard executivo, monitoramento em tempo real, novas demandas ponta a ponta e documentação viva — a AURA conectando a operação em uma única esteira inteligente.
Autonomia com governança
A AURA foi concebida para operar dentro das regras da empresa. O nível de autonomia pode variar conforme a aplicação, sua criticidade e a maturidade da operação.
A IA investiga e recomenda. O especialista decide.
A IA investiga, gera a solução e prepara testes e PR. O especialista valida.
Em situações previamente autorizadas, agentes executam ações corretivas e validam o resultado.
Permissões, testes, segregação de ambientes, políticas de segurança, aprovações, logs e rastreabilidade continuam fazendo parte da operação.
Benefícios
Ganhos concretos para a operação, para os especialistas e para a evolução do seu portfólio de aplicações.

Agentes de IA passam a trabalhar ao longo de todo o ciclo da aplicação — reduzindo esforço operacional e ampliando a capacidade de sustentar e evoluir sistemas.
Agentes começam a análise reunindo contexto, evidências e possíveis causas.
Diagnóstico, correção, testes e validação passam a fazer parte de uma mesma cadeia.
A documentação evolui junto com a aplicação e com a operação.
Especialistas dedicam menos tempo a tarefas repetitivas e mais a decisões, arquitetura e evolução tecnológica.
Agentes podem monitorar e executar atividades 24x7, respeitando as regras estabelecidas pela empresa.
Acessos, aprovações e níveis de autonomia seguem definidos pelas políticas da sua empresa.
Como começar
Você não precisa transformar toda a sua operação de uma vez.
Começamos com um sistema ou escopo controlado.
Código, chamados, logs, documentação e demais informações necessárias são incorporados à operação.
Acessos, aprovações e nível de autonomia são estabelecidos de acordo com suas políticas.
Os primeiros casos são acompanhados e os resultados medidos.
Novos casos, aplicações e níveis de autonomia podem ser incorporados progressivamente.
FAQ
Tudo o que times de tecnologia costumam perguntar antes de conectar a primeira aplicação.
Sim. Sistemas legados são um dos cenários em que a AURA pode gerar valor. A plataforma pode utilizar código existente, documentação, chamados, logs e histórico da aplicação para construir contexto e apoiar sua sustentação e evolução. Não é necessário reescrever ou migrar toda a aplicação para começar. A capacidade de atuação depende da tecnologia, da arquitetura e dos acessos disponíveis em cada ambiente.
Não. A AURA foi criada para se integrar à operação existente, conectando-se às aplicações e às ferramentas que fazem parte da cadeia de sustentação e desenvolvimento. Plataformas de ITSM, repositórios de código, pipelines e ambientes de desenvolvimento podem continuar fazendo parte da operação. A AURA conecta e automatiza o fluxo; não exige que sua empresa recomece.
Não necessariamente. A proposta é transformar a distribuição do trabalho. Agentes de IA podem assumir atividades repetitivas e operacionais de análise, diagnóstico, documentação, desenvolvimento, testes e determinadas correções. Os especialistas passam a concentrar mais tempo em validação, arquitetura, segurança, governança e decisões críticas.
O nível de autonomia é definido pela empresa. A AURA pode investigar o problema, propor uma solução, gerar código, testes e pull requests e aguardar a aprovação de um especialista. Em cenários maduros, controlados e previamente autorizados, determinadas ações podem receber maior autonomia.
Auto-healing é a capacidade de identificar determinados problemas e executar automaticamente ações corretivas previamente autorizadas. Em situações mais complexas, a AURA pode investigar o problema, identificar possíveis causas e preparar uma solução para validação humana.
A AURA opera dentro das políticas definidas pela empresa. Os agentes recebem somente os acessos necessários para suas funções, e a operação pode incluir permissões, segregação de ambientes, testes, políticas de segurança, aprovações, logs e rastreabilidade. O objetivo não é dar acesso irrestrito à IA, mas criar uma operação inteligente e governada.
Sim. Rastreabilidade é um princípio importante da operação. Chamados analisados, diagnósticos, ações propostas ou realizadas, alterações de código, testes e aprovações podem ser registrados, permitindo acompanhar a atuação dos agentes ao longo do processo.
A AURA não precisa resolver 100% dos casos para gerar eficiência. Quando não houver confiança ou informações suficientes, os agentes podem realizar a investigação inicial, reunir evidências, indicar hipóteses e encaminhar o caso para um especialista. Mesmo assim, parte importante do esforço de diagnóstico já pode estar pronta.
A atuação vai além da sustentação. A AURA pode apoiar o ciclo de uma nova demanda desde o entendimento e especificação até estimativa, desenvolvimento, geração de código, testes e preparação de pull requests. Sustentação e evolução passam a fazer parte da mesma esteira inteligente.
Porque resolvem problemas diferentes. Um copiloto ajuda uma pessoa a executar determinadas tarefas com mais produtividade. A AURA atua sobre o processo de sustentação e evolução, conectando aplicações, chamados, contexto, diagnóstico, código, testes, documentação e execução. O copiloto ajuda uma pessoa a executar uma tarefa; a AURA ajuda a operação a executar um processo.
Você não precisa transformar toda a sua operação de uma vez. Escolha uma aplicação, conecte o contexto, defina as regras de atuação dos agentes e acompanhe os primeiros resultados.
Veja como a AURA pode atuar sobre a realidade da sua operação.